• 29 de abril de 2013 --------------- 14 Comentários

    “Você começa a se dar conta de que seu círculo de amigos é menor do que há alguns anos. Dá-se conta de que é cada vez mais difícil vê-los e organizar horários por diferentes questões: trabalho, estudo, namorado(a) etc. E cada vez desfruta mais dessa Cervejinha que serve como desculpa para conversar um pouco.

    As multidões já não são ‘tão divertidas’, às vezes até lhe incomodam.

    Large

    Mas começa a se dar conta de que enquanto alguns eram verdadeiros amigos, outros não eram tão especiais depois de tudo.

    Você começa a perceber que algumas pessoas são egoístas e que, talvez, esses amigos que você acreditava serem próximos não são exatamente as melhores pessoas. Ri com mais vontade, mas chora com menos lágrimas e mais dor. Partem seu coração e você se pergunta como essa pessoa que amou tanto e te achou o maior infantil, pôde lhe fazer tanto mal. Parece que todos que você conhece já estão namorando há anos e alguns começam a se casar, e isso assusta!

    Sair três vezes por final de semana lhe deixa esgotado e significa muito dinheiro para seu pequeno salário. Olha para o seu trabalho e, talvez, não esteja nem perto do que pensava que estaria fazendo. Ou, talvez, esteja procurando algum trabalho e pensa que tem que começar de baixo e isso lhe dá um pouco de medo.

    Dia a dia, você trata de começar a se entender, sobre o que quer e o que não quer. Suas opiniões se tornam mais fortes. Vê o que os outros estão fazendo e se encontra julgando um pouco mais do que o normal, porque, de repente, você tem certos laços em sua vida e adiciona coisas a sua lista do que é aceitável e do que não é. Às vezes, você se sente genial e invencível, outras… Apenas com medo e confuso.

    De repente, você trata de se obstinar ao passado, mas se dá conta de que o passado se distancia mais e que não há outra opção a não ser continuar avançando. Você se preocupa com o futuro, empréstimos, dinheiro… E com construir uma vida para você. E enquanto ganhar a carreira seria grandioso, você não queria estar competindo nela.

    O que, talvez, você não se dê conta, é que todos que estamos lendo esse texto nos identificamos com ele. Todos nós que temos ‘vinte e tantos’ e gostaríamos de voltar aos 15-16 algumas vezes. Parece ser um lugar instável, um caminho de passagem, uma bagunça na cabeça…

    Mas TODOS dizem que é a melhor época de nossas vidas e não temos que deixar de aproveitá-la por causa dos nossos medos… Dizem que esses tempos são o cimento do nosso futuro. Parece que foi ontem que tínhamos 16…

    Então, amanha teremos 30?!?! Assim tão rápido?!?”

    (Autor Desconhecido)

    Eu tô vivendo essa fase e vocês? Alguém já passou ( ou esta passando) por isso?

    Quer ler o post completo ? Venha ao Fala,Dantas e
    me diga o que achou!
    10 de abril de 2013 --------------- 3 Comentários
    Era uma manhã de sexta-feira, como qualquer outra, daquelas que são esperadas desde a segunda, porém cheia de planos. Já tinha tudo agendado, bolsa pronta, papéis organizados… Despertador na soneca, levantei e fui tomar um banho. Ouvi minha irmã gritar e chorar, corri desesperada. E lá estava. 
    O meu pai, dormindo, morto, particularmente gelado. Nada do que eu pudesse fazer o traria de volta. Entre choros, abraços e muitos beijos no seu rosto gelado eu só conseguia pensar uma coisa: “Porque eu nunca te disse o quanto te amava? Porque??” A pessoa mais incrível, engraçada, maravilhosa e única que tive o prazer de ser filha havia partido. Simplesmente ido embora, sem saber. Sem dor, sem sofrimento. Traído pelo próprio coração. Uma dor enorme tomava o meu peito e eu só conseguia pensar: EU TE AMO! EU TE AMO! Tarde demais pra pronunciar estas palavras. Inútil! Porque eu não o fiz enquanto você poderia me ouvir? Foi aí que eu me dei conta de que eu já havia dito as palavras “te amo” para muitas pessoas e também coisas. Desde amigos á um simples McLanche Feliz. “Te amo amiga!” “Nossa, eu amo essa maquiagem!” “Eu te amo meu namorado!” Mas e o meu pai? A vergonha, talvez até orgulho, não o deixaram. E agora eu percebo o quanto é importante dizer “te amo” para pessoas REALMENTE importantes. “Te amo” se tornou o novo “E aí?”, e nessa modinha medíocre acabamos esquecendo das pessoas que realmente precisam ouvir estas palavras para reforçar toda a intensidade deste amor. Dizer que ama não deve ser atitude de praxe. Tem que ter seleção. Ame a todos e á tudo, mas quando der, naqueles momentos inesperados olhe bem nos olhos do seu pai e da sua mãe e diga: EU TE AMO! Afinal, eles realmente e infelizmente não são pra sempre.

    Em memória de J.N.T.C, meu eterno pai.

    Postado por Maisa Carvalho, Colaboradora do blog.

    Quer ler o post completo ? Venha ao Fala,Dantas e
    me diga o que achou!
    13 de março de 2013 --------------- 5 Comentários

    Quem nunca se perguntou como seria seu futuro? Ou, quando que iria encontrar alguém que fizesse seu coração acelerar, sua boca secar, e seus olhos brilharem. Quem nunca sonhou sua vida como um conto de fadas? Quem? Quem nunca se imaginou dançando uma música suave, tendo como testemunha as estrelas.

    Quem nunca brincou de puxar às pétalas de uma rosa, como se elas representassem “o amor de alguém”. Quem? Quem deixou de lado um sonho antigo, por medo de sofrer, ou, por não ter coragem de lutar. Quem nunca se arriscou gritando aos quatro ventos o nome de alguém, mesmo que esse alguém viesse a morar tão longe, que até sua voz se perdera no caminho.

    Quem nunca chorou por ter conquistado algo, ou sorriu por não obter o que queria. Quem nunca ajoelhou-se ao chão fazendo uma promessa, e elevando os olhos ao céu, e deixando cair uma lágrima. Quem nunca mentiu para ajudar um amigo, ou, disse uma verdade que deixasse alguém triste.

    Quem nunca perdeu uma oportunidade de ser feliz, para que outra pessoa sorrisse gentilmente sem acreditar o que acontecerá. Quem nunca saiu de casa, dizendo que iria encontrar alguém, sendo que na verdade, não havia ninguém, apenas saiu para caminhar, e por seus pensamentos no lugar, e aquetar seu coração.

    Quem nunca mentiu ser alguém, ter vivido algo, ter sonhado com alguém, ou ter pensado algo, na intensão de impressionar, cativar e de se aproximar de alguém. Quem nunca se perdeu no tempo, ouvindo uma voz, uma música, ou vendo o pôr do sol, como quem se deixa ser tocado e levado como uma brisa suave e mágica.

    Quem nunca se perguntou: – O que estou fazendo aqui? E, mesmo assim, ficou até o fim. Quem nunca se arrependeu de algo feito, ou dito, ou não feito, e não dito. Quem nunca quis voltar no tempo, apagar alguns momentos, ou continuar sentindo e vivendo “aquele” momento. Quem nunca teve vontade de voltar a ser criança? Quem nunca se sentiu perdida, sem chão, sem vida. Quem nunca desejou  a presença de alguém que se foi, quem nunca chorou sem saber porque, ou sorriu para esconder a dor.

    Quem nunca pediu apenas um abraço, um silêncio, um colo. Quem nunca tirou a armadura e se permitiu ser frágil pelo menos uma vez. Quem nunca se sentiu abandonada, tola,ou engraçada. Quem nunca se sentiu assim? Quem nunca viveu assim? Quem? – Nunca? – Eu sim! E, como senti. – Ah! e como vivi.
    E voce? Também acho que sim.


    @pamferracini

    Quer ler o post completo ? Venha ao Fala,Dantas e
    me diga o que achou!