• 15 de abril de 2015 --------------- 14 Comentários

    Hoje, faltam  dias para o meus aniversário. Mas se você esta lendo este post, já é meu aniversário! É estranho, mas acho que não gosto dos meus aniversários. Eu sempre criei muitas expectativas e me frustrei. Esperar dos outros ou de você mesmo, nunca é bom. Mas afinal, hoje faço 22 anos e muita coisa mudou….

    Querida eu, aos 22 anos,

    Eu gostaria que você fosse mais feliz. Sozinha. Você precisa aprender a ser feliz, de verdade, sozinha. Pra saber ser feliz com outra pessoa. E essa outra pessoa, não tem que lhe completar, tem que suplementar. Não deixe sua felicidade dependendo de outras pessoas. As vezes, nem elas são felizes.

    Talvez você tenha menos amigos do que acha que gostaria. Mas na boa? Muitos amigos nem sempre é boa coisa. Você sempre foi rodeada de pessoas, mas sempre de poucos amigos. Então, valorize-os.

    Diga mais eu te amo. Querida eu aos 22 anos, quando você abraçou seus pais pela última vez? Eu sei o quanto você sente falta disso. E eles estão aí, do seu lado. Dizer eu te amo para os amigos também, por que não? E pra quem você ama, de verdade. 

    Eu sei que você quer muitas coisas e tem muitas aflições sobre o futuro. Mas, vamos cuidar da mente primeiro? Do hoje?! Já começou a meditar, como você nos prometeu? Dormir e acordar mais cedo? Procrastinar mesmo? Isso tudo é importante pra que possamos finalizar as tarefas, começar outras, sem atropelar tudo e se sentir incapaz. Vai, tenta!

    Eu aos 22 anos, não se compare. Ouça e pratique  seus próprios conselhos. Você sabe da sua capacidade e tudo que precisa fazer pra ser bem sucedida. Só você sabe de suas limitações e elas são suas. Se cobre menos, se compare menos.

    Vá mais à praia. Saia mais sozinha. Escreva mais no seu caderno dos sonhos, guarde os pensamentos pra você, se sinta feliz consigo mesma. Temos que ser a nossa melhor companhia, não é mesmo?

    E como a gente sempre diz.. “Deixa estar, o que for pra ser, vigora”

    4 de abril de 2015 --------------- 2 Comentários
    Não sei ao certo como tudo começou, para ser sincera, me perdi em alguns momentos. Não no sentido exato de tudo, mas no dia em que olhei aqueles lindos olhos castanhos. Me perdi no jeito doce de conversar, me perdi na maneira de andar, me perdi no tempo, de me encontrar.
     
    Me perdi com aquele lindo rosto, e, corpo é claro. Mas, em geral, me perdi naquela tarde. Na verdade, é só isso que sei, que lembro que senti. O resto fui obrigada a esquecer, a fazer de conta que não vivi nem senti. Fui, e sou, obrigada em aceitar que o antes fora sonho, e o hoje, é realidade. Tive que aceitar, e me conformar com a triste maneira em acordar, andar e não te amar.
     
    Passei a escrever palavras sem sentido, sem porque, ou, para quem… me vi presa em um tempo não mais possível de se viver, em um alguém que me encontrou, me mudou e me abandonou. Tive que compreender que nem tudo é sonho, às vezes caímos e acordamos, e tudo passa a não mais existir.
     
    Talvez, eu ainda me encontre – perdida na minha própria imensidão, talvez eu nunca mais encontre a porta de saída, talvez eu continue escrevendo coisas sem sentido… talvez eu ainda viva no passado – um tempo perdido… talvez eu ainda viva em um tempo morto, por um sentimento não mais vivido.
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    2 de abril de 2015 --------------- 2 Comentários

    É estranho. Parar em frente À uma tela em branco, pensar em algo pra escrever e não vir nada. Só você.

    Mesmo estando chateada, carente, com raiva, triste ou seja lá quantos outros sentimentos estejam misturados e somados. Eu queria estar com você.

    Eu queria. Muita coisa, na verdade.

    24 Bonding Activities to do with your Significant Other, Tips from Actual Happy Couples - I ADORE these! We already cook together, and it's one of my favorite things! <3

    Queria que a intensidade do sentimento fosse recíproca. Que as demonstrações fossem comuns, mas não são. Tenho que decifrar nas suas atitudes, o que seria o sentimento.

    Afinal, a gente não pode escolher como o outro sente, não é mesmo? Se eu pudesse, eu escolheria: mais.

    É estranho. Querer sempre mais de você e menos de mim. Gostar mesmo, sentir menos, querer estar menos perto. Me acostumar mais com a ausência. Seria melhor?

    Talvez o esteriótipo de um casal normal, não seja o que tenhamos nessa relação.