• 5 de novembro de 2014 --------------- 5 Comentários
    Tô aqui na frente do computador desde a hora que acordei. Praticamente. Não posso dizer que o dia foi improdutivo, na verdade consegui o que tentava há tempos: fotos num estilo que sempre babei em outros blogs e não conseguia fazer como estava na minha cabeça. Mas ontem antes de dormir, tive algumas ideias que coloquei em prática hoje e voilá: consegui!
    Não, não é esta a foto que eu sempre quis fazer. 

    Este não é um post para me vangloriar. É que são 00:13 da noite e estou na frente do computador querendo fazer mais posts. Abro o blogger, área de postagem, fecho. Sem saco. Aquela velha história do “querer não é poder”, conhece?

    A minha motivação foi pela manhã. A empolgação e todo aquele gás, sabe? Agora, se eu for tentar fazer algo – além deste texto que motivei-me a escrever – eu sei que vai sair uma porcaria. E amanhã, caso acorde mais motivada, vou querer refazer tudo. Ou seja: tempo e disposição perdidos.
    Hoje foi por uma foto ou um post. Amanhã é sobre uma tarefa, uma prova da faculdade, uma escolha a ser tomada…O motivo pode ser variado. Mas você tem que estar motivado a isso. Mas há um perigo: confundir preguiça com falta de motivação.
    O que está lhe impedindo de realizar algo agora?

    Bom, eu tenho três matérias para estudar, cinco posts para fazer (no mínimo) e decisões pra tomar. Obviamente, fazer os posts me anima mais. Mas, se eu estudar logo para as matérias terei mais tempo para fazer posts melhores pro blog e para pensar nas decisões que tenho que tomar.
    Neste caso, a motivação é eliminar tarefas. Consegue me entender? Procure o que te motiva, direta ou indiretamente.

    Perdemos muito tempo pensando como e quando faremos. Ao invés de estarmos fazendo. Perdemos tempo demais esperando a tal da “inspiração motivadora” onde na verdade, estamos camuflando nossa preguiça.

     Então pense, o que você está motivado a fazer AGORA?
    ONDE ME ENCONTRAR
     

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    11 de outubro de 2014 --------------- Deixe um comentário

     quanto tempo não lhe escrevo algo. Na verdade, ha tempos não escrevo sobre sentimentos.Não por que deixei de senti-los. Mas talvez, por que não os compreendia mais. 


    Que nome você da a insistência em algo que já findou ha tempos?

    Como se chama essa coisa de querer estar perto sem poder?

    De querer colo de quem causou o. Choro?


    Não sou nenhuma poetisa. Tampouco sou boa com palavras. Mas as vezes a mente da um nó, que só expondo assim da pra ter uma visão ” de fora”. Algumas pessoas são tao decididas. Simplesmente vão embora e pronto.

    Outras ainda estão refletindo entre paixão e amor.

    Quantas vezes vale a pena tentar de novo?E qual a pena? Sei lá, bem que me avisaram que estas coisas de sentimentos nunca são fáceis. Mas nos video games, pelo menos, as fases vão ficando difíceis até chegarmos no “chefão” ai zeramos. 

    E se o chefão for você, que horas que zeramos tudo?
    Ou é game over.

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    24 de setembro de 2014 --------------- 3 Comentários
    Não, eu não sei desenvolver com sucesso as receitas da Ana Maria Braga muito menos aquele tempero da sua mãe que você insiste toda vez em dizer que é o melhor. Confesso que posso até ser organizada com as coisas de casa, mas sempre faço uma bagunça com meus sentimentos. Talvez seja isso que me impulsiona está aqui escrevendo sobre você, ao som inspirador da chuva que bate à janela e esse cobertor que tem seu cheiro – mesmo que nunca tenha passado por aqui. Bobagem. Você não precisa estar ao meu lado para eu sentir sua presença, porque vez ou outra te sinto em vários lugares.
    Hoje acordei querendo quebrar as regras e padrões. Namora comigo? Não se assuste, eu falo sério, vem cá… Prometo por enquanto não te contar dos planos que andei desenhando para nós. Talvez um dia não queira pintar a cerca da nossa futura casa de branco e prefira Golden Retriever ao invés de dois Labradores. Eu vou entender, ao menos que me ajude escolher a cor das cortinas e móveis. Certo? Então combinado. Namora comigo? Posso parecer louca mas eu sabia que combinaríamos desde a primeira conversa. Não sei ao certo o que foi, mas sabia. Namora comigo? Adoro essa pegada intelectual que transmite. Você é homem, e não é preciso ir muito à fundo para descobrir isso. Acho um charme, quando você lê algum livro e chega cheio de novidades. E também quando me repara quando estou concentrada em alguma coisa. Namora comigo? Posso não ser perfeita. Meus amigos vivem dizendo que sou legal e incomum. Acho que poderíamos ser incomum juntos. 

    Namora comigo? Mal nos conhecemos e eu sei que é loucura, claro que sei… Mas me fala uma coisa que não tenha um pouco de loucura nessa vida? Não precisamos vestir alianças, trocar status virtuais nem espalhar para o mundo como estamos felizes um com o outro. Eu só preciso que você segure minhas mãos e me passe segurança. O resto a gente canta junto, inventa, reinventa. 

    Namora comigo? Não sei nada de futebol e nem implicarei com seus jogos aos domingos. Farei questão de atender sua ligação nas madrugadas em que sua insônia bater à porta. Recitarei cada dia uma nova poesia com seu nome – Ora em pensamentos, ora no pé dos seus ouvidos. Serei sua melhor amiga, companheira. Amante quando precisar de algo novo. Te ajudarei a pensar quando lhe faltar o ânimo. E também quando lhe faltar o riso. 

    “Namora comigo?” Eu te peço todos os dias e você aceita de todas as formas. Não faço a pergunta em si, apenas demonstro de outros modos que dispensa explicações e pedidos formais.

    No fundo a gente se conhece, se entende e sabe…
    Autora: Dayanne Cassimiro.

    www.sentimentosingelo.com.br 
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