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  • 16 de Maio de 2018 --------------- 4 Comentários

    COMO PASSAR PELA TRANSIÇÃO CAPILAR

    Ê mulher! Hoje vou trazer para vocês a história da Kleide Naira, que passou por um processo de aceitação e valorização do seu tipo de cabelo e até o seu Big Chop (BC). Uma transição capilar difícil e cheia de altos e baixos. Vem conferir!

     

    MINHA HISTÓRIA NA TRANSIÇÃO CAPILAR

    Oie amore! Sou a Kleide Naira, tenho 23 anos e resido em Salvador-BA.
    Vamos lá para Minha História Capilar?

    Então, sempre fui daquelas que usava aquelas fraldas de pano no cabelo (sim, usava haha), para me senti com cabelo grande e que tivesse balanço (só no imaginário mesmo rsrs). Sempre reconheci meu cabelo como ruim, só andava de tranças feitas pela minha mãe e já estava cansada disso.

    Aos 11 anos, em 2006 eu alisei meu cabelo com guanidina em um salão e a partir dali, eu me senti melhor, porque meu cabelo tinha balanço e estava liso. Era bem chato as vezes ter que sempre está pranchando o cabelo, mas para manter ele liso tinha que fazer isso e alisar a raiz a cada 3 meses.

    TRANSIÇÃO CAPILAR: Kleide Naira e o seu processo
    TODAS AS FAZES DA MINHA TRANSIÇÃO CAPILAR

    No fundo eu achava aqueles cabelos cacheados e com volume muito bonito e depois de alguns anos, procurei saber da minha cabeleireira se meu cabelo poderia ficar cacheado (outro salão) e ela disse que sim.

    Segundo a cabeleireira, isso só seria possível se eu aplicasse no meu cabelo amônia e colocasse bigudinhos* (famoso permanente). Mas para usar essa outra química, eu precisaria deixar de usar guanidina e para o cabelo enrolar melhor.

    Teria que ficar 6 meses sem dar química no cabelo. Sendo assim, passei por uma Transição Capilar em 2011 (mais ou menos) e nem sabia. Nossa como esse período foi ruim! Meu cabelo estava muito ressecado, horrível de se pentear e eu não tinha ideia de como cuidar dele.

    TRANSIÇÃO CAPILAR: Kleide Naira e o seu processo

    Passei por esses 6 meses e após isso fui ao salão dar o permanente, porém fiquei com várias pontas alisadas por conta da guanidina. Tive que cortar, fiquei com o cabelo super curto, e agora era só esperar crescer e sempre que tivesse 3 meses,  deveria voltar ao salão para alisar a raiz e enrolar com o bigudinho*. 

    Enquanto usava amônia, intercalava com o permanente e escova/prancha. Confesso que já estava cansada disso tudo, mas a única solução que encontrava era de usar a amônia, porque adorava (e adoro) cabelo com volume e quando comecei a assistir vídeo sobre BC, transição, cabelo crespo (que nem sabia que existia).

    Desde então, fui me encontrando sabe? Fui percebendo que o cabelo daquelas meninas eram naturais e eu pensei ”Será que o meu ficaria assim?; Será que meu cabelo natural é assim?”. Portanto, fui reparando na minha raiz e no cabelo que ali nascia. Eram cachinhos bem pequenos, mas que minha cabeleireira, ela dizia que é era ”nó”. Como pode isso?

    DECIDI FAZER A TRANSIÇÃO CAPILAR

    Em Agosto de 2015 eu decidi passar pela transição capilar, sendo que já tinha uns 3 meses sem alisar a raiz.

    E essa foi uma das melhores decisões da minha vida.

    TRANSIÇÃO CAPILAR antes e depois

    Todo esse processo desde que alisei meu cabelo aos 11 anos, durou até meus 21 anos. Não me arrependo de ter alisado, pois aprendi muito com isso tudo e hoje tenho 1 ano e 11 meses de BC. Fiquei quase 10 meses em Transição Capilar e só cortei todas a parte alisada quando eu me senti preparada e quando eu quis mesmo. 

    Agora percebo que sempre tive o cabelo que quis ter, mas por falta de informação, o escondi atrás de uma química. Eu me reconheci linda com o meu cabelo natural, sendo a minha maior inspiração.

    Obs: Não tenho foto exatamente dos meus 11 anos, mas desde de lá que aliso. 

    A TRANSIÇÃO CAPILAR MUDOU MINHA VIDA

    Se me perguntarem: O que mudou na sua vida depois que você se aceitou?
    R: Não diria que mudou, mas que me completou. Sempre me senti incompleta e era isso que faltava em mim. Reconhecer meu cabelo natural e assumir ele pra mim mesma, era o que faltava para me completar.

    TRANSIÇÃO CAPILAR: Kleide Naira e o seu processo

     

    Obrigada pela oportunidade de poder contar um pouco da minha história amores.
    Me acompanhe no Instagram
    kleidenairaXeruh!!
    Att, Kleide Naira

    Quero ver sua história e poder conta-la aqui no Fala Dantas. Mande sua história de superação de momentos difíceis, transição capilar, processo de aceitação, enfim, de tudo que se encaixe no #desafioempoderese para: seguidantas@gmail.com.

    Não esquece de manda fotos relacionadas a esses situações, seu nome, cidade onde vive e suas redes sociais, caso queira divulga-las.

    Ahhhh obrigada Kleide (a catalogada) por participar!

    Gostaram do post? Qual o seu penteado favorito?
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    Fotografias: Acervo pessoal de Kleide Nara

    3 de Maio de 2018 --------------- Deixe um comentário

    O DESAFIO É SUPERAR TODAS AS ADVERSIDADES

    ÊÊÊ Mulher! A Lucimeire Silva, uma #seguidantas raiz enviou a sua história de superação atreves do e-mail e agora vou compartilhar com vocês . O desafio de superação é diário e cada um pode ser o motivo de deixar de lado as adversidades e seguir.

    Superamos diversos obstáculos e isso é apenas um degrau da escada da vida, porque é de grão em grão que a galinha enche o papo. Sendo assim, essa é a primeira de muitas história que quero compartilhar com vocês.

    Se você quiser mandar seu relato, basta envia-lo com seu NOME, CIDADE e fotos para: seguidantas@gmail.com. Quero muito conhecer a sua história!

    Minha história aconteceu há dois anos e quatro meses atrás , quando no dia 30/10/15 meu pai sentiu uma forte dor e foi hospitalizado. O que a princípio seria nada de mais , se tornou um pesadelo.

    Meu pai foi diagnosticado com câncer no pâncreas no estágio quatro com metástase espalhadas por todo o corpo, com estimativa de seis meses de vida, o mundo parecia um buraco negro, que nos engolia em desespero.
    Decidimos não contar para ele e tornar os seus dias os melhores possíveis… Naqueles dias o meu mundo se tornou o dele e nada mais importava. Estava sempre por perto contando histórias, segurando sua mão nos momentos de dor, o coloquei no colo, o coloquei para dormir, como eram preciosos aqueles momentos.
    Dois meses depois ele faleceu, no dia 28/12/15, como suportar essa dor??  Não foi fácil, mas Deus nos envolveu com seu amor e tem nos sustentado até aqui.  
     Beijos,
    Meire Silva.

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    A Meire superou a perda do seu pai e isso com certeza é algo muito difícil de superar. Ela e a família souberam entender o problema e de certa forma minimiza-lo para não agravar mais a dor. Ter suprimido as informações do pai o fez um homem um pouco mais feliz diante da situação.
    Agradeço a Meire pela sua participação e convido aos demais #seguidantas para mandarem suas histórias. Afinal, somos todos motivos de inspirações para o próximo. Porque eu me inspiro em vocês e vocês em mim!

    Gostaram do post? Me contem: Qual a sua história de superação?
    Me acompanhe nas redes sociais: @faladantasblog e @faladantas.

     
     
    23 de agosto de 2017 --------------- 2 Comentários

    Calor infernal! Ela esta ali, empenhada na frente do espelho, com seu secador e a escova jeitosamente encaixados entre os dedos. O ventilador até que alivia, mas quando chega a hora da prancha, ela desliga. Transpira, respira, reclama, deprimida. Acabou. A tortura chegou ao fim, agora ela está “esteticamente aceitável”. Lamentável.

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