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  • 10 de dezembro de 2014 --------------- 2 Comentários
    Fonte: Cartaz de divulgação do filme

    Olá galera! Aqui é a Katlyn, do Hi, Cultura! e vim trazer mais uma resenha para vocês. Vocês já me viram por aqui, mas com a correria que estava o meu final de bimestre, acabei me atrasando com tudo. De qualquer forma, estou de volta! Desta vez, trouxe a resenha do filme que assisti nesse final de semana “Se eu ficar”. Já vou adiantando que AMEI o filme, apesar de ter odiado algumas coisas nele. Antes de tudo, a Jeu já fez uma resenha DO LIVRO aqui, e para quem quiser ler: Livro: Se eu ficar
    Vamos começar com algumas informações. Eu li em alguns sites que tem alguma semelhança com A culpa é das estrelas, mas não achei. É diferente você lidar com uma morte “já esperada” e algo inesperado. Se bem que, a morte dos pais dela já era esperada por qualquer pessoa que leu o trailer. De qualquer forma, para Mia, não era. Foi um acidente, que em questão de segundos levou uma das pessoas mais importantes de sua vida, sua mãe, e deixou seu pai morrer na cirurgia. 
    Uma coisa que me incomodou bastante, quer dizer, não é que me incomodou, mas foi bem difícil para acompanhar, foram os “flashbacks” de Mia bem constantes. Se você não grudar o olho na tela e prestar cada segundo de atenção, perde o “fio da meada” todo. Isso na mesma hora que é confuso, é legal, porque mostra Mia relembrando os fatos para criar forças para, literalmente, FICAR. Permanecer apesar de tudo. Ficar viva.
    “Não é incrível como a vida é de um jeito e, de repente, se transforma em outra coisa?” – Mia
    Você passa o filme todo chorando (mesmo se não for uma manteiga como eu, juro) e tentando encaixar aquilo na sua vida. Pelo menos na minha, encaixou direitinho. Eu não posso dar spoilers, então fica difícil fazer uma pequena resenha sem isso. Mas posso dizer que tudo o que passou com Mia no relacionamento com o Adam, foi basicamente o que sofri no meu noivado. Isso se torna um dos principais motivos (o maior deles) de eu ter gostado tanto da história, do roteiro, enfim. Tudo. Se identificar com roteiro para mim, é parte fundamental. E aqui está mais um filme que eu quero para minha coleçãozinha, e com certeza vai influenciar na criação do meu próprio livro. 
    O filme acaba, obviamente, na parte mais importante (que eu novamente sou impedida de falar). Então vou fazer uma resenha lá no meu blog, para quem quiser mais da minha opinião (com os spoilers). O ruim disso tudo é que vou ter que esperar a continuação, e como eu sou mega ansiosa, vou comprar o livro já para ir matando a curiosidade, embora muita gente tenha reclamado do segundo livro.
    Espero que tenham gostado. Comentem aqui se já leram o livro ou assistiram ao filme, e me contem o que acharam!
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    me diga o que achou!
    14 de janeiro de 2014 --------------- 17 Comentários
    Aqui é a Camile, sou a nova colaboradora do blog e hoje eu vou trazer para vocês os livros que ainda vão virar filmes e que é melhor lermos imediatamente antes que eles cheguem aqui no Brasil e nós fiquemos boiando!!

    Bom meninas, o primeiro livro que quero mostrar a vocês é o livro de John Green, a Culpa é das estrelas


    Esse livro é muito famoso, muito reconhecido aqui no Brasil então é muito dificil ver alguém que não tenha lido esse livro. E sem contar que é muito fácil encontrar ele nas livrarias então se você que está lendo essa matéria agora, ainda não leu esse livro e não viu o filme te recomendo a ler o livro antes, por que a maneira que o livro foi escrito, é muito tocante e muito linda.

    E o legal do livro é que você só não fica triste com a história, porque todos acham que é muito triste por que a historia que o livro passa é a de dois jovens apaixonados que estão com câncer, mas não se convença que a história é tão triste assim pois, como disse você não só chora, você também vai dar umas boas gargalhadas com umas passagens que tem no livro! A história fala sobre a história Da Hazel e do Gus que são dois jovens que se conheceram em um grupo de apoio para jovens com câncer e o maior medo da Hazel é ser uma bomba na vida de alguém porque ela não sabe como ela vai morrer porque ela está em um estágio terminal e o Gus tem medo de morrer sem deixar sua marca no mundo…quer dizer…Fazer alguma coisa importante antes da vida dele acabar. 

    Outro livro interessante é A menina que roubava livros

    Foto: eu crio moda


    Ele é o romance muito diferente de todos os outros livros por que ele é narrado pela morte. A morte é quem conta a história da Liesel Meminger ou seja é a história de uma garotinha e que se passa na Alemanha na época de 1939 a 1943 ou seja, na segunda guerra mundial. A protagonista é adotada por uma família, porque seus pais estavam sendo perseguidos pelos Nazistas, então sua mãe acaba pagando para uma família cuidar dela e adota-la. Só que nesse trajeto, para sua nova casa, para seu novo lar, seu irmão acaba morrendo e durante o enterro ela acaba roubando o primeiro livro, que é um livro que o coveiro acabou deixando cair durante o enterro e ela pegou e não devolveu a ele.


    Divergente é um dos livros que está fazendo sucesso no mundo inteiro


    e os três livros já foram lançados aqui no Brasil então eu acho que seria melhor para todas lermos primeiro o livro e depois vermos o filme. E a história também é super linda e eu recomendo. história se passa em Chicago no futuro, onde a sociedade é dividida em 5 facções, que são Amizade, Erudição, Franqueza, Abnegação e Audácia. Até os 16 anos você vive na facção que você nasceu, então você faz um teste que vai decidir de acordo com a sua personalidade a qual facção você se encaixa. E a protagonista ela tem 16 anos e acaba fazendo o teste, que já aparece nos primeiros capitulos, e no teste dela, ela acaba se encaixando em 3 facções diferentes. 

    E agora eu não vou falar mais para vocês ficarem curiosos e lerem os livros, e a série inteira se possivel. 


    Então é isso pessoal, espero que vocês tenham gostado das dicas literárias e das de filmes
    também que vão ser lançados amo muito vocês. beijos.

    e não se esqueçam de visitar meu blog
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    2 de maio de 2013 --------------- 3 Comentários
    Espécie de nota introdutória
    – Quero-vos agradecer, pessoas ultra espetaculares, pela motivação e encorajamento, e à Jeu pela oportunidade e palavras fofinhas. Foi bonito. Fica, então, prometido voltar a escrever sobre a minha bela (chata e pequenina) Vila Cova com montes de fotos (e montes nas fotos, não há como fugir-lhes). Ando à espera que o tempo fique um bocado menos molhado e tempestuoso, para o fazer, até porque, uma primavera invernal não é nada bonito de se ver. Nem de viver (podem ter a certeza disso, dito por mim e pelos meus pés molhados).

    O meu nome é Andreia Gonçalves e (não me matem) sou Stelena.

    #Para os que ainda não se tiverem apercebido sobre a série que eu estou falar, quero, nos comentários, um nome completo e morada. Temos uma conversa séria a ter. Cara a cara (se bem que pelo Skype também dê). Onde é que pousaram a nave espacial nestes últimos quatro anos, ó androides? Gronelândia? Quero detalhes. Muito bem detalhados. 
    Mau que ainda não foram começar a assistir. Vou-me chatear!
    The Vampire Diaries é aquela série que beira o fantástico e que toda a gente (menos os elementos da minha família. Só me envergonham) parece adorar. A questão é mesmo, como não gostar. Há uma história consistente, personagens bem desenvolvidos, atores escolhidos a dedo (e bons de carago) que desempenham os seus papéis de forma quase perfeita e, deixem-me dizer-vos, aquelas reviravoltas que a nós nos fazem querer encontrar a Julie Plec num beco e acabar com a sua raça (sou só eu, entendido); não é que quando uma pessoa começa a gostar a sério do Jeremy (e dos seus músculos), já fostes… É demasiado injusto! Quero uma petição para acabar com os mini ataques cardíacos (qualquer dia a coisa corre mesmo mal, depois não digam que eu não avisei) quase constantes de um fã.
    Ai Julie, assim você me mata.
    A história é para lá de simples: rapariga humana, depois vampira, apaixona-se por um vampiro (que , por acaso é? Stefan!) e, umas duas temporadas depois, já se encontra dividida (não faças isso, NÃO) entre os dois irmãos vampiros (às vezes humanos, nos flashbacks). O resto, os outros humanos que só servem para chatear de tão sem noção, os amigos que passam a vida a meter-se em confusões, os vilões que vilinizam, é tudo palha. Gordura para encher chouriços. O importante é ser-se Delena ou Stelena. 
     
    Reparem só na expressão da Elena e no tamanho das fotos. Isto é o Destino a, naturalmente, fazê-la ficar com o Stefan. Eu nem tive de aldrabar nem nada. Ao menos, pouparam-me o trabalho.
    Agora a sério, o Stefan é o melhor para a Elena. É aquele que a deixa tomar as suas próprias decisões (ser vampira, por exemplo, é devido à liberdade que o Stefan lhe deu. E quem não gosta mais da Elena vampira? Só por ter feito voltar a Kath já valeu a pena). ‘Tá bem, não a desafia, não lhe dá aquela chama de aventura que só o Damon (mais os os sorrisos, piadas e outros que tais) lhe consegue proporcionar. Mas é o melhor para ela. O mais seguro. E eu acredito piamente que seja. 
    E vocês, gente? Delena? Stelena? Ou preferem a Elena com o Elijah (estou a tentar imaginar uma luta na lama com a Elena e a Katherine, por a primeira se ter metido com o amigo ultra especial da vampira bitch. Há-de ser tãããoooo bonito de se ver. Oh Julieeeee, ‘tás aí? Faz-nos lá a vontade. Eu prometo que te mato não muito lentamente. Vááá lá!)? Estou à espera do vosso comentário.
    já sabem:
    eu a cores, sem estar ao vivo
    – para mais alguma coisa andgonlp@gmail.com
    Escrito por Andreia , direto de Portugal . Se não viu a apresentação dela, veja agora ora pois! HAHAAH
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