• 6 de fevereiro de 2012 --------------- 1 Comentário

    Bate mais uma vez a dor da saudade.
    Sua força rompe as barreiras da realidade,
    Transforma a traição em punhal sem corte.

    Será a vida, a ilusão da morte, ou a angústia da autrora.


    Momentos que me fazem parar no tempo,

    Imaginar os segundos, da menina dona do vento.

    Andando sobre a luz da lua, e desenhando a minha loucura.

    A espera do perdão, ou a magia do furação.

    Que a ilusão do meu amor,

    Seja livre que ainda me mate, prefiro morrer de amor,

    Do que perder a única parte do coração que por ti ainda bate.

    Mesmo que isso me acabe, prefiro assim, que isso acabe .




    Pâmella Ferracini, autora

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    1. Celinha fev 07, 2012

      Lindo. Muito bonito mesmo. Amei. Bjos Celinha