• 11 de novembro de 2014 --------------- Deixe um comentário

    Houve uma vez, em um tempo atrás, onde ainda nem tinha a pretensão de descobrir o significado do amor, um tempo onde não sentia agonia nem melancolia. Houve um tempo, em que meu coração vivia livre, leve e sempre feliz. Houve também, momentos em que ria quando lia, ou, ouvia algo sobre o amor. Como se eu fosse imune a ele. Que tolice não? Imune! Não compreendia, não acreditava, até que entendi, – senti, e então, passei a acreditar no amor, como se fosse o céu, o mar, o vento, às folhas, e, – um simples tocar de chuva. Como a vida passou a ser diferente então, como tudo agora era mágico, e confuso. Talvez pareça clichê, mas o amor muda as pessoas, mesmo que algumas não admitem. Porém, houve um tempo, muito, muito distante que, senti o amor, vivi um amor, hoje, não sinto-o, não sei mais o que é amar, não sei o que é ser amada. Talvez, em um dia não muito distante, ele bate em minha porta. Porque: O que me define é o amor, e, o que me destrói é a falta dele.
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    8 de novembro de 2014 --------------- 1 Comentário


    Sou vento que ninguém sente,
    sou tão frágil que quase me desfaço.
    Hoje estou aqui, e no outro dia ali,
    carrego uma enorme melancolia,
    de que tudo que sonho, não viva um dia.

    Gostaria de saber como será meu amanhã,
    não quero que seja sem cor,
    – sem amor – sem plantar uma flor.
    Quero que seja mágico, igual um fim de tarde.

    E quando a noite chegar,
    quero poder voltar à sonhar.
    Sem medo, sem nenhum tormento.
    Sei que posso remar, porque vou alcançar.
    – Vou amar, acreditar; – Eu vou continuar.

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    19 de outubro de 2014 --------------- 2 Comentários


    Dificilmente, boa parte do que um dia foi vivido, – sentido, volta a existir. Não digo que é algo consumado! Não! Às vezes certos momentos e pessoas se vão com uma enorme vontade de ficar e se fazer de fato presente e único. Por vezes não sabemos explicar tal sentimento, por que tudo vai além de dizer, é sentir cada dúvida, e cada pedido de ir ou ficar.

    É estranho que as vezes tenhamos que decidir algo, que no fundo não gostaríamos de fazer ou dizer. Temos que decidir, escolher, e nem sempre é o que nosso coração quer, mas o que é preciso ser feito, pelo simples fato, que temos que fazer, e só! Compreender certas escolhas, que outras pessoas fazem, nem sempre é uma tarefa fácil, a gente se questiona o porque de fazer/dizer isso ou aquilo.


    Principalmente, quando o vilão em questão é o “Amor“. – Ôh! cruel e impiedoso! Te invade, te sufoca, te prende, e nem têm dó de ti. Na verdade, o amor não é de fato o vilão, quem o conduz de maneira errada, é que faz o papel de “carrasco”. O amor é puro, quem o sente que é o culpado ou inocente. Se não sabe brincar, não queira amar, o amor não é para “crianças“, é um campo perigoso, e qualquer movimento ou destrói, colocando um ponto final, ou deixa uma marca até o último dia.


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