• 8 de novembro de 2014 --------------- 1 Comentário


    Sou vento que ninguém sente,
    sou tão frágil que quase me desfaço.
    Hoje estou aqui, e no outro dia ali,
    carrego uma enorme melancolia,
    de que tudo que sonho, não viva um dia.

    Gostaria de saber como será meu amanhã,
    não quero que seja sem cor,
    – sem amor – sem plantar uma flor.
    Quero que seja mágico, igual um fim de tarde.

    E quando a noite chegar,
    quero poder voltar à sonhar.
    Sem medo, sem nenhum tormento.
    Sei que posso remar, porque vou alcançar.
    – Vou amar, acreditar; – Eu vou continuar.

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